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Nome:
Romário de Souza Faria
Apelido(s):
Baixinho, O Rei do Gol
Origem:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Nascimento:
29 de janeiro de 1966
Idade:
52
Altura:
1,69m
Pé:
destro
ÚLTIMO CLUBE
América - RJ (BRA)
NÚMERO
POSIÇÃO
Atacante
Carreira
  • Brasil (BRA)
    1994
    Brasil (BRA)
    1994
    Brasil (BRA)
    1990
    América - RJ (BRA)
    2011
    Miami FC (USA)
    2006
    Adelaide United (AUS)
    2006
    Al-Sadd (QAT)
    2003
    Fluminense (BRA)
    2002
    Flamengo (BRA)
    1999
    Valência (ESP)
    1996
    Barcelona (ESP)
    1994
    PSV (NED)
    1992
    Vasco (BRA)
    1987
  • Brasil (BRA)
    1994
    Brasil (BRA)
    1994
    Brasil (BRA)
    1990
    América - RJ (BRA)
    2011
    Adelaide United (AUS)
    2006
    Miami FC (USA)
    2006
    Al-Sadd (QAT)
    2003
    Fluminense (BRA)
    2002
    Flamengo (BRA)
    1999
    Valência (ESP)
    1996
    Barcelona (ESP)
    1994
    PSV (NED)
    1992
    Vasco (BRA)
    1987
  • Brasil (BRA)
    1987 a 2005
    América - RJ (BRA)
    2009
    Adelaide United (AUS)
    2006
    Miami FC (USA)
    2006
    Al-Sadd (QAT)
    2003
    Fluminense (BRA)
    2002 a 2004
    Valência (ESP)
    1996 e 1997
    Flamengo (BRA)
    1995 a 1999
    Barcelona (ESP)
    1993 e 1994
    PSV (NED)
    1988 a 1993
    Vasco (BRA)
    1985 a 1988 | 1999 a 2002 | 2005 e 2006 | 2007 e 2008

  • Brasil
    5

    1994

    1988

    1997

    1997

    1989


    Al-Sadd
    2

    2003/04

    2003


    Vasco
    4

    2000

    2000

    1988

    1987


    Flamengo
    3

    1999

    1999

    1996


    Barcelona
    2

    1993/94

    1994


    PSV
    6

    1991/92

    1990/91

    1988/89

    1989/90

    1988/89

    1992

  • ROMÁRIO

    “É o que eu sempre digo, Deus apontou um dedo para mim e disse: Esse é o cara”. Romário era assim, marrento, nada modesto. Com mais de 1000 gols na carreira, é considerado o maior gênio da grande área da história do futebol mundial. 

    Nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, quando criança Romário já se destacava nas “peladas” de rua que disputava, mesmo jogando entre os mais velhos. Em 1979, com 13 anos, foi integrado ao time infantil do Olaria. Aos 15, seria levado para as categorias de base do Vasco da Gama – estrearia pelo time principal em 1985. 

    Somente nos quatro primeiros anos como profissional, o Baixinho marcou mais de 150 gols, o que despertou a atenção do mercado internacional. Em 1988, antes de se transferir para o PSV (US$ 5 milhões, na época, a transação mais cara da história do futebol brasileiro), Romário se destacou nas Olimpíadas de Seul. O Brasil foi prata e ele, o artilheiro. 

    Foram quase cinco anos no clube holandês. No período, Romário conquistou importantes títulos, entre eles três campeonatos nacionais e foi convocado para a Copa do Mundo de 1990. Um ano antes, foi campeão da Copa América com a seleção brasileira. Em 1993, se transferiu para o Barcelona e por lá não foi diferente. Foi ídolo, marcou muitos gols e foi campeão espanhol e da Supercopa da Espanha. 

    Em 1994, viveu seu grande momento no futebol. Com cinco gols, foi o principal nome do Brasil na conquista do tetracampeonato mundial. Virou herói nacional e para coroar o ano, foi eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA. 

    Na contramão do que fazem os grandes craques do futebol, Romário deixou a Europa no auge de sua carreira. O destino era o Flamengo que comemorava o seu centenário. Ficou na Gávea até 1999 (nesse intervalo de tempo foi emprestado duas vezes ao Valência). Pelo clube carioca, foram 240 jogos e 204 gols, uma média de 0,85 por partida. 

    Um ano antes de deixar o Rubro-Negro, o Baixinho foi cortado por motivo de lesão da Copa do Mundo de 1998. Em 1997, ele tinha sido um dos principais nomes do Brasil nas conquistas da Copa América e Copa das Confederações. 

    Em 2000, Romário retornou para o Vasco da Gama e viveu mais um momento muito especial na carreira. Aos 34 anos, foi artilheiro e campeão do Campeonato Brasileiro (João Havelange) e ajudou o clube de São Januário a conquistar a Copa Mercosul. Na final do torneio sul-americano, no Estádio Palestra Itália, marcou três gols contra o Palmeiras em uma das viradas mais épicas da história do futebol mundial – 1º tempo 3x0 Palmeiras, 2º tempo 4x3 Vasco. 

    O Gênio da Grande Área permaneceu no clube cruzmaltino até o 1º semestre de 2002. Na ocasião, criou-se um clima pró-Romário para que Felipão convocasse o craque para a Copa do Mundo da Coreia do Sul e Japão. O técnico da seleção não atendeu ao apelo popular e após o “corte”, o atacante se transferiu para o Fluminense. 

    Entre 2002 e 2006, o Baixinho rodou pelo mundo. Além do Fluminense (duas passagens), o jogador atuou por Al-Saad do Qatar, Vasco da Gama, e pelos norte-americanos Miami FC e Adelaide United. 

    Em 2007, quando retornou ao Vasco da Gama, Romário já tinha 988 gols na carreira e o Brasil inteiro já vivia a expectativa pelo milésimo. A façanha foi alcançada no dia 20 de maio, em São Januário. De pênalti, assim como foi com Pelé, o craque garantiu a vitória do Vasco por 1x0 sobre o Sport pelo Campeonato Brasileiro. Em agosto seria homenageado com uma estátua no estádio. 

    Ainda em 2007, Romário viveu uma outra situação inédita. O técnico Celso Roth foi demitido após derrota do time no clássico contra o Flamengo. Romário, atendendo a apelo do presidente Eurico Miranda assumiu o seu lugar e estreou diante do América-MEX pelas quartas-de-final da Copa Sul-Americana.

    No jogo de ida, os mexicanos venceram por 2x0. Na volta, o Vasco inaugurou o placar no início do 1º tempo. Mas o 2º gol insistia em não sair. A solução encontrada por Romário foi colocar Romário pra jogar. O atacante entrou, contudo não conseguiu evitar a eliminação do Vasco. Em 2008, o craque pediu demissão do cargo de treinador e anunciou a aposentadoria dos gramados.

    No ano seguinte, o Baixinho anunciou sua volta aos campos. A ideia era encerrar sua carreira no América-RJ, time de coração do seu pai Edevair. Jogou apenas uma partida oficial pelo clube, a que garantiu o título da 2ª divisão do Carioca e a volta à elite do estadual. A camisa 11 que vestia chegou a ser aposentada no Vasco e no Mecão. 

    Após pendurar as chuteiras, Romário assumiu a função de dirigente do América. Também chegou a ser contratado como comentarista esportivo da Record e do Portal R7. Como aconteceu durante toda a sua carreira, o Baixinho sempre esteve envolvido em polêmicas. Algumas com o presidente e torcida do Vasco que ameaçaram retirar a estátua do craque de São Januário. 

    Em 2010, Romário foi eleito Deputado Federal do Rio. Em seu mandato, com início em 2011, o ex-jogador tem se destacado pela fiscalização das obras e por críticas à realização Copa do Mundo de 2014 no Brasil. 

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